
A categoria “mensagens inúteis” domina os textos publicados no serviço de microblog Twitter, segundo a empresa de pesquisa Pear Analytic. Em um recente estudo, a companhia divulgou que esse tipo de mensagem (pointless babble, em inglês) responde por 40,55% de todas aquelas publicadas no site. Para chegar a essa conclusão, foram analisados 2 mil twitts escritos em inglês, durante duas semanas.
Em segundo aparecem as conversas entre usuários (37,55%), enquanto em terceiro fica a categoria “pass along value” (8,7%): nestas mensagens, os internautas reproduzem textos publicados por seus contatos (ou “retwittam”). A categoria auto-promoção fica em quarto lugar, com 5,85%, seguida por spam (3,75%) e notícias (3,6%).
“Muitas pessoas ainda veem o Twitter como um ambiente onde diversos tagarelas contam o que estão fazendo a cada minuto. Como se você se importasse sobre o sanduíche que eles estão comendo naquele momento”, escreveu Ryan Kelly, especialista da empresa em redes sociais.
De acordo com a empresa, parte dos resultados foi surpreendente. Esperava-se, por exemplo, que os spams e mensagens de auto-promoção fossem muito mais presentes do que apontou o estudo. Para acompanhar o desenvolvimento do uso da ferramenta, a empresa pretende fazer análises parecidas futuramente.
Em segundo aparecem as conversas entre usuários (37,55%), enquanto em terceiro fica a categoria “pass along value” (8,7%): nestas mensagens, os internautas reproduzem textos publicados por seus contatos (ou “retwittam”). A categoria auto-promoção fica em quarto lugar, com 5,85%, seguida por spam (3,75%) e notícias (3,6%).
“Muitas pessoas ainda veem o Twitter como um ambiente onde diversos tagarelas contam o que estão fazendo a cada minuto. Como se você se importasse sobre o sanduíche que eles estão comendo naquele momento”, escreveu Ryan Kelly, especialista da empresa em redes sociais.
De acordo com a empresa, parte dos resultados foi surpreendente. Esperava-se, por exemplo, que os spams e mensagens de auto-promoção fossem muito mais presentes do que apontou o estudo. Para acompanhar o desenvolvimento do uso da ferramenta, a empresa pretende fazer análises parecidas futuramente.



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